ANTÔNIO GODI


O pesquisador falou sobre a produção musical de afro-descendentes no Brasil e o impacto socioeconômico sobre essas populações. Ensaísta, pesquisador da cultura negra, artista plástico, ator, diretor e produtor de espetáculos de teatro, dança e música, Antônio Godi estudou na Escola de Belas-Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBa) e tem formação de Ator e Direção Teatral na Escola de Teatro da mesma instituição. É graduado em Pedagogia e pós-graduado em Ciências Sociais e Comunicação e Culturas Contemporâneas. É docente da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e um dos fundadores do S.A.M.B.A. (Sócio-Antropologia da Música Baiana)/UFBa, além de coordenar o Núcleo de Estudos e Pesquisas da Contemporaneidade da UEFS. Godi escreveu e dirigiu roteiros de espetáculos e textos teatrais como “Estórias brasileiras” e “Usura Corporation”, e foi produtor de grupos musicais em Salvador. É autor de ensaios que falam, entre outros temas, sobre o surgimento dos blocos de índios e blocos afro no Carnaval de Salvador, o reggae e a cultura negra, e também sobre a importância da música como elemento determinante na construção, na aceitação e na legitimação da cultura negra.

Antônio Godi
Salvador, Bahia, 1952. Vive e trabalha em Salvador.





ENSAIO - "Performance Afro-musical: Legitimação e pertencimento no contexto eletrônico" (PDF)


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